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Entrevista com João Paulo Santos

1 - “Um tesouro maior” é a sua terceira publicação. Parece uma aventura aliciante. Que poderá o leitor esperar deste romance?

Penso que pode esperar uma história repleta de mistério. Uma história que vai surpreendendo até ao fim. É um livro que mostra o quanto a aventura alicia o ser humano em geral, mas que também tenta passar uma mensagem… Uma mensagem já tanto badalada mas que a humanidade teima em não escutar.


2 - Encontrei quatros elementos na divulgação do seu romance “Religião”, “Fé”, “Lar” e “Justiça”, como se encaixam estes conceitos na sua vida?

São conceitos que estão entranhados na sociedade. Acho que um lar e um mundo com justiça todas pessoas desejam e eu não fujo à regra. Quanto à religião e a fé as coisas são um pouco diferentes. São conceitos qua já não são importantes para todas as pessoas mas para mim são. A fé vive dentro de mim, a religião é importante, mas confesso que não sou muito dado aos costumes da minha religião.

3 – A poesia e os romances são dois amores conciliáveis ou um tem de se sobrepor ao outro, exigindo atenção exclusiva?

Não direi atenção exclusiva. Porém, escrever um romance requer outro tipo de disponibilidade e de muita paciência. Ao contrário da poesia, é algo muito demorado e que obriga a um seguimento do que escrevemos. Contudo não deixam de ser conciliáveis e nem têm que se sobreporem um ao outro.

4 - Como começou a escrever?

Ganhei o gosto da leitura devido a insónias. Enquanto jovem tinha imensa dificuldade em dormir. Aconselharam-me a ler, alegando-me que me iria cansar e ajudar a adormecer. Conselho sábio! Além de adormecer com mais facilidade ganhei o gosto pela leitura. Depois de muitos livros lidos achei-me capaz de escrever um também. Claro que não escrevi o primeiro romance com o objetivo de editá-lo. Fi-lo por prazer, depois as coisas foram acontecendo.

5 – Qual o escritor e obra que mais admira?

- Admiro mais livros do que propriamente escritores. E porquê? Porque são poucos escritores que conheço muito da sua obra. Vou lendo um livro deste escritor e outro daquele. Mas há um que admiro imenso, até porque já li toda a sua obra… José Rodrigues dos Santos.

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Um Tesouro Maior






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Título: Um Tesouro Maior

Autor: João Paulo Santos

Págs: 320

Editora: Alfarroba


«... é nos romances que a sua paixão de escrever se reflecte»

Sinopse:

Severino Aires, um viúvo saudoso da esposa e apaixonado por tesouros perdidos, ousou esconder um tesouro para ser descoberto após a sua morte. Mas ele jamais imaginou que, devido a essa vontade, a sua morte estivesse tão perto!

Dois ex-reclusos viram naquele tesouro a derradeira oportunidade de uma vida próspera, sem sacrifício, e não hesitam em ceifar a vida ao pobre velho.

Quatro amigos, do nada, vêem-se no encalço do mesmo tesouro. Ao aperceberem-se do que lhes caiu em mãos, iniciam uma busca incansável… mas não estão sós!

Uma corrida contra o tempo que se torna perigosa, mas que nem assim os faz desistir. Mas valerá o tesouro o suficiente para correrem tantos riscos? Será o tesouro assim tão valioso como promete ser?

Um Tesouro Maior é um romance-aventura carregado de adrenalina e repleto de enredos e de surpresas, tornando-se aliciante pelos códigos e cifras que contém. Uma obra que surpreende até ao último instante.

O autor:

João Paulo Santos nasceu a 12 de Dezembro de 1974 em Madaíl, Oliveira de Azeméis.

Formou-se em metalomecânica e informática, mas é na escrita que encontra realização pessoal.

Embora também escreva poesia, é nos romances que a sua paixão de escrever se reflecte. Lançou o seu primeiro livro em Abril de 2010.

Um Tesouro Maior é a sua terceira obra a ser publicada.

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