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A Queda de Artur

 










Título: A Queda de Artur
Autor: J. R. R. Tolkien
Págs: 248
Editora: Europa-América


O livro

A Queda de Artur, a única incursão de J. R. R. Tolkien nas lendas do rei Artur da Bretanha, pode muito bem ser vista como a sua mais delicada e hábil aventura na métrica aliterativa do inglês antigo, tendo concedido à sua interpretação inovadora das antigas narrativas uma sensação penetrante da natureza grave e determinista de tudo o que é contado: da expedição ultramarina de Artur até às distantes terras pagãs, da fuga de Guinevere de Camelot, do regresso de Artur à Bretanha e da grande batalha naval, no retrato do traidor Mordred, nas dúvidas atormentadas de Lancelot no seu castelo francês.

Infelizmente, A Queda de Artur foi um dos seus vários poemas longos inacabados. Há evidências que terá começado a escrevê-lo no início dos anos 30 do século passado e estaria num estado suficientemente avançado para que o enviasse a um amigo perspicaz, que o leu com grande entusiasmo no final de 1934, e o incentivou a concluí-lo com urgência: «Tem mesmo de o terminar!» Contudo, foi em vão. Tolkien abandonou-o, em data desconhecida, ainda que alguns indícios apontem para 1937, o ano de publicação de O Hobbit e das primeiras incursões em O Senhor dos Anéis. Anos mais tarde, numa carta de 1955, disse que «esperava terminar um longo poema sobre A Queda de Artur», mas esse dia nunca chegou.
Associadas ao texto do poema, existem, contudo, várias páginas manuscritas; uma grande quantidade de rascunhos e experiências em verso, nas quais a estranha evolução da estrutura do poema é revelada, juntamente com sinopses narrativas e notas deveras significativas, ainda que desesperantes. Nestas últimas, é possível discernir associações claras, ainda que misteriosas, do fim de Artur com O Silmarillion e a amarga conclusão do amor de Lancelot e Guinevere, que nunca chegou a ser escrito.


O autor

J. R. R. Tolkien nasceu a 3 de Janeiro de 1892 em Bloemfontein. Depois de ter servido na Primeira Guerra Mundial, Tolkien abraçou uma distinta carreira académica e foi reconhecido como um dos melhores filólogos do mundo. No entanto, é mais conhecido como o criador da Terra Média e autor das clássicas e extraordinárias obras de ficção como O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion. As suas obras foram traduzidas para mais de 60 línguas e venderam milhões de exemplares em todo o mundo. Foi premiado com um CBE e um grau honorário de Doutor em Letras pela Universidade de Oxford, em 1972. Faleceu em 1973, com 81 anos.


Christopher Tolkien nasceu a 21 de Novembro de 1924 e é o terceiro filho de J. R. R. Tolkien. Nomeado por Tolkien como seu executor literário, tem-se dedicado, desde a morte do pai, em 1973, à edição dos escritos não publicados, nomeadamente O Silmarillion e as colecções intituladas Contos Inacabados de Númenor e da Terra Média e The History of Middle-earth (A História da Terra Média). Ele e a esposa vivem em Baillie, França, desde 1975.

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O Hobbit (relançamento)









Título: O Hobbit
Autor: J. R. R. Tolkien
Págs: 264
Editora: Publicações Europa-América

«Uma obra-prima incomparável», The Times


Estreia cinematográfica da segunda parte, O Hobbit: A Desolação de Smaug, decorrerá no próximo dia 12 de Dezembro.


O Livro
O prelúdio d’ O Senhor dos Anéis

A obra que inspirou a adaptação cinematográfica de Peter Jackson.
Esta é a história da aventura de um Baggins, que deu consigo a fazer e a dizer coisas completamente impensáveis…

Bilbo Baggins é um hobbit que desfruta de uma vida confortável e sem qualquer ambição. Ele raramente se aventura em viagens, não indo mais longe do que até à dispensa de sua casa, no Fundo do Saco. Mas este conforto será perturbado por Gandalf, o feiticeiro, e por um grupo de treze anões, que num belo dia chegam para o levar numa viagem «de ida e volta». Eles têm um plano para pilhar o espantoso tesouro de Smaug, o Magnífico, um dragão enorme e extremamente perigoso.

Encontros inesperados com elfos, gnomos e aranhas gigantes, um dragão que fala, e ainda a presença involuntária na Batalha dos Cinco Exércitos, são apenas algumas das experiências por que Bilbo passará.
O Hobbit é o prelúdio de O Senhor dos Anéis e já vendeu milhões de cópias desde a sua publicação, em 1937. É claramente um dos livros mais amados e influentes do século XX.

O autor:

John Ronald Reuel Tolkien nasceu na África do Sul, de pais ingleses, em 1892. Tinha 4 anos quando o pai morreu e foi já em Inglaterra que fez os seus estudos, concluídos em 1915 na Universidade de Oxford. Alistado no Exército Inglês, combateu na Primeira Grande Guerra e foi vítima da "febre-das-trincheiras", que o levou a estar hospitalizado durante um ano. A seguir à guerra trabalhou na equipa que organizou o "Dicionário Inglês de Oxford" e começou a leccionar, primeiro na Universidade de Leeds, depois na de Oxford. Tolkien era um especialista do Old English (que vai do séc. VIII a.C. ao séc. XII d.C.) e do Middle English (que vai do séc. XII ao XVI).

"O Hobbit", seu primeiro livro (já publicara textos académicos, nomeadamente, em colaboração com E. V. Gordon, "Sir Gawain and the Green Knight) escreveu-o em 1937, e a trilogia de "O Senhor dos Anéis" foi publicada nos anos de 1954 e 55. J.R.R. Tolkien viria a morrer em 1973, com 81 anos. A série O Clube das Investigadoras, anuncia-se como uma das mais vendidas na última década nos Estados Unidos. Foi adaptada à televisão pela ABC, em 2007. Em Portugal, os episódios da série são exibidos pelo canal por cabo Fox Life.

Patterson vive na Florida com a família.

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Um Último Suspiro









Título: Um Último Suspiro
Autor: Stephen Booth
Págs: 430
Editora: Europa-América

«Na tradição do melhor policial britânico… argumento maravilhosamente complexo.»

Independent


É público que gosto muito de policiais, embora não seja uma novidade deste ano, este é um livro que promete e que quero ler. Deixo a sugestão...

O Livro

O Verão chegou a Peak District.

O vasto labirinto de grutas, túneis e rios subterrâneos constituem uma grande atracção turística. Mas nem toda a escuridão está no subsolo e nem todos os demónios são lendas do folclore. No meio dos veraneantes esconde-se um assassino condenado em busca de vingança.

Há catorze anos, Mansell Quinn foi condenado à prisão perpétua por ter esfaqueado a amante até à morte.
Agora está em liberdade e, passadas algumas horas, a ex-mulher é encontrada morta. Nem a nova identidade, nem a nova morada a salvaram do homicida.

Os detectives Ben Cooper e Diane Fry terão de ir no seu encalço. Ao ler os dossiers originais deste caso em busca de pistas que possam conduzir ao paradeiro do fugitivo, descobrem que podem existir outras potenciais vítimas. E como filho do agente responsável pela detenção de Quinn, Ben apercebe-se de que o seu nome pode estar quase no topo da lista…

 O autor:

Stephen Booth nasceu na cidade fabril de Burnley, no Lancashire, e manteve-se ligado aos Peninos durante a sua carreira como jornalista da imprensa escrita. Vive com Lesley, a mulher, numa casa antiga em Nottinghamshire e os seus interesses incluem o folclore da região, a Internet e as caminhadas pelas colinas do Peak District.

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Opinião: Perdida

Perdida by 

Mo Hayder

Título: Perdida
Autor: Mo Hayder


Págs: 396

Editora: 
Europa-América

Género: Policial

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Sinopse:

Um novo caso para o inspector Jack Caffery.
Anoitece quando o inspector Jack Caffery chega para falar com a desesperada vítima de car-jacking.


O que lhe é dito deixa-o horrorizado. O automóvel foi levado à força. E no banco traseiro havia um passageiro. Uma menina de onze anos que ainda não foi encontrada. O assaltante não demora muito a entrar em contacto com a Polícia. E Caffery tem cada vez mais a certeza de que ele está a planear roubar outro automóvel. E outra criança.


Quem é o assaltante? Como é que ele escolhe as suas vítimas? E — mais importante que tudo — conseguirá Caffery encontrar a criança? Antes que seja tarde de mais…



Opinião:


Mo Hayder é a autora, como não me canso de dizer, que sobressai e que faz da sua escrita uma assinatura única e inconfundível.

"Perdida" é para mim o melhor dos três livros que li da autora. Julgo que a autora consegue este efeito no leitor quando este lê e se envolve na sequência dos livros. Não acredito que o referido efeito seja inocente, julgo que a construção dos livros de Mo Hayder encerram uma grande dose de "conexabilidade", de identificação e de viciação tudo na medida certa.

A forma como cada livro encerra uma história com identidade própria e mesmo assim consegue fazer parte de algo maior é notável.

A evolução de Jack Caffery, continua, subtil mas está lá. A personagem vai ganhando humanidade e vai saindo de um mundo em que mergulhou de auto-isolamento, de auto-recriminação e deuma de pesada carga afectiva que o liga ao seu "backstory" (passado).

A história não encerra a violência física a que nos habitou, em sua substituição, a autora optou por uma perspectiva mais psicológica utilizando para isso o rapto de crianças e angustia que cria nos progenitores e em toda a equipa que acompanha e absorve todo desespero e
incerteza que a situação traduz. Felicito a autora pelo retracto credível do sofrimentos das mães que engole o leitor e o liga mais profundamente à história.

Adorei, como disse, o melhor livro que li da autora.

Com lugar de destaque nas melhores bibliotecas de policiais.


(Opinião do livro "Ritual" da autora aqui)
(Opinião do livro "Pele" da autora aqui)

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Opinião: Pele

Pele by 
Mo Hayder

Título: Pele
Autor: Mo Hayder


Págs: 340

Editora: 
Europa-América

Género: Policial

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Sinopse:

Quando numa manhã quente de Maio, o corpo de uma jovem em estado de decomposição é encontrado perto das linhas férreas às portas de Bristol, tudo apontava para um suicídio. Pelo menos era o que a polícia queria; tudo perfeitamente arrumado e despachado. 

Mas o inspector Jack Caffery não tem tanta certeza. Está no encalço de um predador, alguém que se esconde nas sombras e se esgueira pelas casas sem ser visto. 

A mergulhadora da polícia Flea Marley trabalha ao lado de Caffery. Tendo finalmente lidado com a perda dos pais e com os traumas do passado, começa a ponderar se a relação de ambos poderá ir além da profissional. 

É então que descobre algo que altera tudo. Não só lhe é demasiado próximo como é tão horrível que tem a noção de que nada voltará a ser igual. 

E, desta vez, ninguém a poderá ajudar, nem sequer Caffery… 

Opinião:


Mo Hayder já me tinha apaixonado no primeiro livro que li dela “Ritual”, e ansiava pelo nosso reencontro.
Apesar do livro anterior Flea ter um protagonismo maior, neste é claramente dividido com Jack Caffery. Há uma tensão deliciosa entre as duas personagens, e apesar de uma aparente distancia parecem partilhar uma simbiose perfeita.

Este livro além da história é enriquecido por uma evolução dinâmica do anterior livro. Reconheço um cuidado especial na autora ao não deixar o leitor perdido por não ter lido os livros anteriores, incluindo oportunas referências ao passado dos personagens de forma a estabelecer um contexto e uma percepção ao leitor. Mas mesmo assim, acho que o leitor ganha na leitura cronológica dos livros, e aconselho a ler Ritual.

Achei incrível a evolução dada ao personagem Jack Caffery, que subtilmente foi beliscado na sua postura solitária ainda que discretamente, deixando em aberto várias possibilidades de evolução da personagem. Definiria este livro com uma palavra, “Cumplicidade”, que adianto, pode induzir em erro o leitor.

O enredo é interessante e mantém-nos vidrados no livro. Este livro veio cimentar a opinião que tinha de Mo Hayder, do seu incrível e invejável dom, num género que revela a sua assinatura única.
Impossível para um apreciador de bons policiais passar ao lado de Mo Hayder, gostei e recomendo a sua leitura contagiante.

Deixo uma pequena confissão, para terem noção do efeito do livro, quando acabei de ler “Pele” não me consegui conter e peguei logo no livro seguinte da série (“Perdida”), mas esse livro dará lugar a outra opinião. ;)


(Opinião do livro "Ritual" da autora aqui)

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A Divina Comédia - O Inferno










Título: A Divina Comédia - O Inferno
Autor: Dante
Págs: 156
Editora: Publicações Europa-América






O livro

Leia a obra-prima de Dante e acompanhe Dan Brown na descida ao Inferno

A mais extraordinária criação daquele que foi o maior poeta italiano de todos os tempos e um dos espíritos mais brilhantes de que a Humanidade se pode orgulhar.

«Pelo seu carácter ardente e reflectido, pela sua imaginação criadora e visionária e pelo seu profundo realismo, pelo equilíbrio entre o sentimento religioso e o sentimento cívico e político, pela sua altivez indomável.

Dante é um dos espíritos mais completos e mais universais de todos os tempos.»
«Foi sobretudo em O Inferno que Dante soube dar livre curso à sua imaginação descritiva.»

O autor

Poeta, escritor, teórico literário, filósofo moralista e pensador político, nasceu em Florença em 1265. Entre 1308 e 1321 escreveu a sua obra mais famosa, A Divina Comédia.

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