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Destruir a Prova







Título: Destruir a Prova
Autor: Dana Spiotta
Tradutor: Lucília Filipe
Págs: 320
Editora: Quetzal
Lançamento: 15 de Março

«Esplêndido. Tem a ferocidade “staccato” de Joan Didion, a ressonância histórica e a diversão de Don DeLillo.»

Michiko Kakutani, The New York Times



O Livro

Eat the Document – com o mesmo título do célebre documentário sobre uma tournée de Bob Dylan no Reino Unido, em 1966 – é uma poderosa história sobre o idealismo, a paixão e o sacrifício, que se desloca entre os movimentos subterrâneos dos anos 1960 e os seus ecos e consequências nos anos 1990. 

Um retrato arrebatador de duas eras e um dos romances mais provocadores dos últimos anos. Uma estreia literária fulgurante em Portugal.

O autor:

Com apenas três romances, todos premiados, Dana Spiotta tem sido aclamada pela crítica como uma das grandes vozes da ficção americana dos últimos anos.

Spiotta é professora da Universidade de Syracuse e vive em Nova Iorque com o marido e a filha.
Destruir a Prova (Eat the Document) é o seu romance-estreia em Portugal.

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E os Hipopótamos Cozeram nos Seus Tanques





Título: E os Hipopótamos Cozeram nos Seus Tanques
Autor: William S. Burroughs e Jack Kerouac
Tradutor: Telma Costa
Págs: 176
Editora: Quetzal
Data de lançamento: 22 de fevereiro

«Uma combinação de romance policial com um lamento existencialista como se Dashiell Hammett se cruzasse com Albert Camus. Um documento único da geração beat.» 
San Francisco Chronicle
 

O Livro

«O assassínio que deu origem aos Beats» tornou-se uma história muitas vezes contada, mas não foi a morte de Kammerer que embalou o berço dos Beats; foi a força vital, intelectual e sexual do adolescente Lucien Carr, alimentado por Kammerer desde a puberdade numa dieta rica em excessos poéticos: o sopro divino de Baudelaire; os actes gratuits de Gide; e a ligação apaixonada entre Verlaine e Rimbaud. E depois Dave e Lucien caíram na loucura, representando esses papéis malditos nas suas próprias vidas.

Em Os Hipopótamos, Jack e Bill retrataram um caso trágico de uma relação mentor/discípulo que correu mal e a natural crueldade da juventude. No entanto, a dificuldade ficcional em Os Hipopótamos estava em que a morte de Kammerer não foi o termo de uma história, mas o começo de uma outra. Com Kammerer morto e Carr preso, restavam três: Burroughs, Kerouac, e Ginsberg... E embora nenhum deles tenha visto a sua obra publicada na década que se seguiu à morte de David, foram eles que o destino quis ver reconhecidos, literariamente e não só.»

Do posfácio de James W. Grauerholz

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A Garça









Título: A Garça
Autor: Giorgio Bassani
Págs: 200
Editora: Quetzal

Lançamento: 18 de Janeiro

«Giorgio Bassani é uma das grandes testemunhas do século [XX] e um dos seus maiores artistas.»


O Livro

Numa madrugada de 1947, Edgardo Limentani, proprietário judeu de Ferrara, acorda cedo para uma caçada. Dentro do barril, enquanto olha patos e galeirões sem conseguir disparar, é tomado por uma estranha lucidez: vê-se a si próprio desprendido do mundo, fora do curso da vida, sem afetos, sem apreço por ideias ou ideologias, morto por dentro. Uma garça em voo baixo, muito próxima, arranca-o ao seu langor. Limentani observa-a – a sua grácil morfologia –, agora desperto, o coração pulsando contra o peito.

 Dois tiros são disparados e a ave é atingida. A perplexidade da garça, primeiro, e a lenta agonia que se segue vão ligar-se à perceção que Limentani tem de si próprio e vão lançá-lo num longo desespero.

A Garça é uma novela delicada e pungente que, centrada na angústia de uma crise pessoal, retrata uma sociedade cuja ordem se aproxima do fim.

O autor:

Giorgio Bassani (1916 – 2000) é um dos grandes escritores europeus do século XX. A sua obra foi galardoada com os prémios literários Veillon, Strega, Campiello, Viareggio e Nelly Sachs. Os seus livros mais importantes estão reunidos nos dois volumes de Il romanzo di Ferrara, do qual fazem parte O Jardim dos Finzi-Contini e Os Óculos de Ouro, ambos publicados pela Quetzal.

Além de escritor, Bassani foi editor da mítica Feltrinelli, onde publicou nomes como Giuseppe Tomasi di Lampedusa. Segundo o jornal The Guardian, «Giorgio Bassani é uma das grandes testemunhas do século [XX] e um dos seus maiores artistas.»

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Uma História por Contar











 
Título: Uma História por Contar
Autor: Monica Ali
Págs: 296
Editora: Quetzal

Lançamento: 18 de Janeiro

«E se a princesa Diana estivesse viva?»
O Livro

Quando a princesa Diana morreu em Paris, tinha trinta e sete anos. Se tivesse sobrevivido, faria cinquenta e um anos no dia 1 de julho de 2012. Quem seria ela agora se estivesse viva? O que faria? E onde?

Monica Ali, uma das escritoras mais versáteis e ousadas do nosso tempo, imaginou um destino diferente para Diana no seu novo livro. Uma década após o acidente de Paris, uma mulher britânica chamada Lydia vive numa pequena cidade norte-americana. Tem um círculo de amigas: uma tem uma loja de roupa, outra é agente imobiliária, outra é uma mãe a tempo inteiro. Lydia é voluntária num canil e gosta de nadar. O namorado, que a adora, sente que ela não se dá a conhecer. Quem é ela?

Uma História por Contar fala dos custos da fama, do sentido da identidade e da possibilidade (ou impossibilidade) de se reinventar uma vida. A princesa ficcional de Monica Ali é bonita, intrépida e engenhosa e conseguiu para si própria uma paz frágil. Mas depois o passado ameaça destruir a sua nova vida.

O autor:

Monica Ali foi nomeada pela Granta para a sua lista de vinte melhores romancistas britânicos. É autora de Brick Lane, Alentejo Blue e Na Cozinha. Foi finalista do Booker Prize. Vive em Londres com o marido e os dois filhos.

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Irma Voth



Título: Irma Voth
Autor: Miriam Toews
Págs: 248
Editora: Quetzal

Lançamento: 18 de Novembro

«É fascinante o ritmo da sua narrativa, moldada por uma inteligência luminosa, divertida e apaixonada.» Toronto Star

O Livro

Irma Voth foi banida pela família depois de ter casado com um mexicano que a abandonou porque, diz ele, ela não soube ser uma «boa mulher». Jorge partiu sem outras explicações, não sem antes lhe ter dado uma lanterna nova – objeto de extrema utilidade num lugar onde as noites são de escuridão total.

Esta é a história de Irma Voth: pouco mais do que adolescente, criada numa comunidade menonita do Canadá e, depois, nas montanhas da Sierra Madre. Vive numa casa abandonada e vê a mãe e as irmãs às escondidas do pai.

Um dia, uma equipa de filmagens instala-se na vizinhança para rodar um filme sobre as comunidades amish e menonita – e Irma é convidada a trabalhar com o grupo na qualidade de intérprete da protagonista, uma atriz alemã. Este contacto irá despertar em Irma a consciência de si mesma e libertá-la da solidão e do silêncio que tinham dominado a sua vida. É então que parte para a Cidade do México em busca de uma nova identidade. De uma vida totalmente inesperada.

O autor:

Miriam Toews nasceu no Canadá e, à semelhança da protagonista deste romance, cresceu numa comunidade menonita. Toews é jornalista e autora premiada de vários livros de ficção (e não ficção) em que tem explorado o universo das suas origens: A Complicated Kindness, The Flying Troutmans, Swing Low: a Life, por exemplo. 

A breve incursão que fez no cinema, no filme Luz Silenciosa do mexicano Carlos Reygadas, um filme sobre o choque cultural entre uma equipa de filmagens vanguardista e uma comunidade rural anabatista e em que Toews desempenhou um dos papéis principais femininos – experiência que inspirou Irma Voth –, foi assinalada com a nomeação para melhor atriz dos prémios Ariel. Miriam Toews vive atualmente em Toronto.

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