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Editorial Presença
21.12
Book trailer (21.12)
Opinião: A Rainha Branca

A história de uma plebeia que se torna rainha ao deslumbrar o Rei. Onde as adversidades não parecem terminar e proliferam as constantes reviravoltas nas lutas pelo poder.
É um livro deslumbrante, imperdivél para quem gosta de romances históricos.
Nestes livros procuro além de uma boa história, todo um contexto histórico (plena Guerra das Rosas, neste caso), que o mesmo flua e se impregne na história de uma forma natural, e este livro não me decepcionou, cumprindo regiamente o propósito.
Repleto de conspirações, intrigas e jogos de bastidores da corte é nos oferecida uma imagem bem nítida da época e das dificuldades sentidas numa monarquia instável que se tenta impor, onde a constante luta pelo poder, as traições e alguma superstição compõem este quadro primoroso.
Abriu-me o apetite para os dois livros seguintes da trilogia.
Um Blues Mestiço
Título: Um Blues Mestiço
Autor: Esi Edugyan
Tradutor: Tânia Ganho
Págs: 336
Editora: Porto Editora
Publicação: 13 de Setembro de 2012
« Um Blues Mestiço, de Esi Edugyan, foi um dos finalistas do Man Booker Prize »
O Livro
Paris, 1940. Em plena ocupação alemã, Hieronymous Falk, um jovem e brilhante trompetista de jazz, é detido num café, desaparecendo completamente de circulação. Tinha apenas vinte anos, era cidadão alemão e... negro.
Cinquenta anos depois, Sid, antigo companheiro de banda e única testemunha desse fatídico acontecimento, ainda se recusa a falar do assunto. No entanto, quando Chip, outro ex-companheiro, lhe mostra uma misteriosa carta que recebeu de Hieronymous, vivo e de boa saúde, Sid enceta uma dolorosa viagem ao passado. Da agitação dos bares clandestinos da Berlim do início da Segunda Guerra aos salões de Paris, irá reviver a paixão pela música, a camaradagem e a luta diária de então, mas também as invejas, as traições em nome da arte e o sentimento de culpa…
Um romance extraordinário sobre o mundo do jazz, mas também sobre os limites da amizade, o racismo e a fragilidade dos que vivem à margem.
O autor:
Esi Edugyan é uma escritora canadiana, filha de imigrantes do Gana. É licenciada pela University of Victoria e a Johns Hopkins University, e mestre em Escrita Criativa. Os seus trabalhos foram publicados em diversas antologias, entre elas a Best New American Voices 2003, coordenada por Joyce Carol Oates. O seu primeiro romance, escrito com apenas 25 anos, The Second Life of SamuelTyne, foi publicado em vários países. Um Blues Mestiço foi finalista do Man Booker Prize 2011 e vencedor do Giller Prize 2011.Nas diversas modalidades de Romance, Conto e Teatro, foram atribuídos a Mário de Carvalho os prémios literários portugueses mais prestigiados (designadamente os Grandes Prémios de Romance, Conto e Teatro da APE, o prémio do Pen Clube e o prémio internacional Pégaso). Os seus livros encontram-se traduzidos em várias línguas. Obras como Os Alferes, A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, ou este O Varandim seguido de Ocaso em Carvangel são a comprovação dessa extrema versatilidade.
O Tempo dos Milagres
Título: O Tempo dos Milagres
Autor: Karen Thompson Walker
Tradutor: Francisco Azevedo
Págs: 256
Editora: Civilização Editora
Publicação: Setembro de 2012
“UM DOS GRANDES SUCESSOS EDITORIAIS EM 2012”
O Livro
Nunca é aquilo que receamos que acaba por acontecer. As verdadeiras catástrofes são sempre diferentes – inimagináveis, inesperadas, desconhecidas… E se o nosso dia de 24 horas se tornasse mais longo, primeiro em minutos, depois em horas, até o dia se tornar noite e a noite se tornar dia? Que efeito teria este abrandamento no mundo? Nas aves do céu, nas baleias do mar, nos astronautas do espaço e numa rapariga de onze anos, a braços com as mudanças emocionais da sua própria vida? Uma manhã, Julia e os pais acordam na sua casa nos subúrbios da Califórnia e descobrem, juntamente com o resto do mundo, que o movimento de rotação da Terra está a abrandar visivelmente. A enormidade deste facto está quase para além da compreensão. E, no entanto, ainda que o mundo esteja, na realidade, a aproximar-se do fim, como afirmam alguns, a vida do dia a dia tem de continuar. Julia, que enfrenta a solidão e o desespero de uma adolescência difícil, testemunha o impacto deste fenómeno no mundo, na comunidade, em si própria e na sua família.
João Tordo entre os Finalistas do Prémio Literário Europeu
João Tordo, com a edição francesa de O Bom Inverno (Le Bon Hiver), traduzido por Dominique Nedellec e publicado pela Actes Sud, é o único escritor português presente entre os finalistas da 6.ª Edição do Prémio Literário Europeu, cujo vencedor será anunciado, em Bruxelas, no próximo dia 5 de Dezembro.
Editado pela Dom Quixote em Agosto de 2011, O Bom Inverno, actualmente na 4.ª Edição, conta-nos a história de um narrador frustrado e hipocondríaco que se desloca a Budapeste, Hungria, onde acaba por conhecer um escritor italiano mais jovem, mais enérgico e muito pouco sensato, que o convence a ir com ele até Sabaudia, em Itália, onde o famoso produtor de cinema Dom Metzger reúne um leque de convidados excêntricos numa casa escondida no meio de um bosque.
Neste romance absorvente e magnificamente narrado, com alguns dos melhores diálogos da literatura portuguesa, João Tordo coloca a sua arte ao serviço de uma história carregada de suspense, em que o amor e a literatura se misturam com sexo, crime e metafísica.
Para além de O Bom Inverno (Le Bon Hiver), a Actes Sud publicou, de João Tordo, o romance As Três Vidas (Le Domaine Du Temps)
Opinião: O Mistério do Quadro de Bellini

Yashim, um detective peculiar, eunuco e com um gosto por culinária, recebe a missão de encontrar uma obra do famoso mestre Bellini sobre um antepassado do jovem sultão.
Com a ajuda de seu amigo Palewski entram numa aventura repleta de perigos, onde os interesses financeiros e uma Veneza degradada e sombria são realçados.
A inteligência e sagacidade são as qualidades que acompanham o nosso detective por esta aventura composta de perigosos jogos de interesses e dão a esta personagem autenticidade e pinceladas de mistério.
Numa Veneza sedenta de dinheiro, onde a arte e a falsificação da mesma se confundem e se misturam, corre-se contra o tempo em que uma "simples" procura de um quadro coloca os nossos protagonistas em perigo, tal como todo o Império Otomano.
Realça-se a descrição viva, que nos é oferecida, de uma Veneza decadente e soturna, que fazem deste cenário algo único.
Passatempo Duplo: Cidade das Almas Perdidas e Alex no país dos números
Passatempo Duplo: Cidade das Almas Perdidas e Alex no país dos números
A Editora Planeta em Parceria com o Blog Livros e Marcadores, oferece um exemplar do livro "Cidade das Almas Perdidas" e outro do livro "Alex no país dos números" a um dos participantes neste passatempo.
- Só são aceites participações de Portugal válidas (respostas correctas)
- Apenas uma participação por pessoa
- São aceites participações até dia 12 de Setembro de 2012.
- A editora não se responsabiliza por eventuais extravios.
- Apenas são permitidas participações de pessoas que não tenham nenhuma relação "privilegiada" com a Editora Planeta

Poderão encontrar as respostas aqui e aqui:



















































