Morte em Pemberley







Título: Morte em Pemberley
Autor: P. D. James
Tradução: Tânia Ganho
Págs: 304
Editora: Porto Editora

P. D. James recria o mundo de Jane Austen com enorme mestria.

Sunday Telegraph




O Livro

1803. Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy – o famoso par de Orgulho e Preconceito –, casados há já seis anos e com dois filhos, não podiam estar mais felizes na imponente propriedade rural de Pemberley. Até ao dia em que Lydia, uma das irmãs Bennet, chega à mansão gritando que o marido foi assassinado na floresta.
Em Morte em Pemberley, P. D. James combina as suas duas maiores paixões: a literatura policial e a obra de Jane Austen. O romance é uma clara homenagem à grande autora novecentista, mas faz justiça também às melhores histórias de assassinato, seguindo a tradição dos grandes romances de mistério sobre a aristocracia inglesa. Ou não fosse P. D. James a grande senhora do crime nas terras de Sua Majestade…

 O autor:

P. D. James nasceu em Oxford, Inglaterra, em 1920. Durante a Segunda Guerra Mundial trabalhou na Cruz Vermelha e, em 1949, nos Serviços de Segurança Britânicos. Em 1968, entrou para o Departamento de Polícia do Ministério do Interior. Estreou-se na literatura aos 42 anos, tornando-se uma das maiores escritoras de romances policiais da atualidade.

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Opinião: Ritual


Ritual by

Mo Hayder



Título: Ritual
Autor: Mo Hayder

Págs: 360

Editora:
Europa-América

Género: Policial

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Sinopse:

Nas águas do porto de Bristol, um mergulhador encontra a mão de um cadáver. Mais perturbante do que a ausência de um corpo é a descoberta, alguns dias depois, de uma mão. E todas as provas apontam para que o corpo tenha sido decepado ainda com vida.

Transferido de Londres, o agente Jack Caffery pertence à unidade de investigação criminal de Bristol e as suas buscas levam-no aos meandros de um submundo sinistro: o lugar mais terrível que já conheceu.

Opinião:

É o meu primeiro contacto com Mo Hayder, confesso que já tinha ouvido falar na autora e a curiosidade era muita. Não me sinto defraudado, bem pelo contrário, achei o livro forte, com personalidade e vincado. Diria mesmo que é um género arrojado e corajoso, e que lhe dá uma assinatura clara e unívoca.

Apesar de ser o terceiro livro da série do inspector Jack Caffery, o livro vale por si. Reparei que Jack não teve o protagonismo que antecipara, mas no fim percebi porque, já lá iremos...

As personagens emanam identidade própria e marcante, reparei no uso inteligente e hábil de algumas personagens secundárias estereotipadas.

Flea adquire um protagonismo que evidencia uma construção laboriosa, criando uma empatia com o leitor desde as primeiras páginas.

A forma de escrita é expressiva, descritiva e cativante, relembro que é um policial forte, e que dessa forma muita coisa é realçada. Escrita que a mim me apaixonou.

A história leva-nos pela mão de duas personagens com um passado rico que dá contornos singulares à percepção do leitor sobre as mesmas.

Gostava de realçar a nota pessoal da autora após o término da história, que para mim foi sublime. Nesse pequeno texto Mo Hayder explica a relação dela com Jack.


É o ponto, onde nos é explicado como surgiu Flea Marley e a própria história. Esta exposição pessoal e intima da autora permite o leitor perceber certas opções e uma vez que sou fascinado por personagens bem construídas, coerentes, tridimensionais e com uma grande carga de conflito intermo e externo, esta para mim foi a cereja no topo do bolo.

Gostei o livro, e já tenho outro livro da autora para ler brevemente. Mo Hayder é sem duvida uma autora que quero seguir de perto.

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Resultado Passatempo: Indiscrição










Boa tarde a todos, 
O blog Livro e Marcadores e a Editora Planeta agradecem as participações. 




Tivemos 186 participações e o(a) vencedor(a) foi:

  

135 - Pedro Manuel Abreu    - Trofa


Parabéns
A equipa do "Livros e Marcadores"

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Inferno


 



Título: Inferno
Autor: Dan Brown
Págs: --
Editora: Bertrand

«O Inferno está repleto de truques (…) O senhor Brown acaba não só por nos deixar um trilho de migalhas acerca de Dante (afinal de contas, isto é o Inferno), mas também por brincar com os conceitos de tempo, género, identidade, célebres atrações turísticas e medicina futurista.(...)
A grande ênfase está na prodigiosa pesquisa e na paixão por factoides que enformam as histórias do senhor Brown, a facilidade com que os põe em ação, os truques engenhosos e os grandes clímaces.»
The New York Times

O Livro

«Procura e encontrarás.» É com o eco destas palavras na cabeça que Robert Langdon, o reputado simbologista de Harvard, acorda numa cama de hospital sem se conseguir lembrar de onde está ou de como ali chegou. Também não sabe explicar a origem de certo objeto macabro encontrado escondido entre os seus pertences. Uma ameaça contra a sua vida irá lançar Langdon e uma jovem médica, Sienna Brooks, numa corrida alucinante pela cidade de Florença. 

A única coisa que os pode salvar das garras dos desconhecidos que os perseguem é o conhecimento que Langdon tem das passagens ocultas e dos segredos antigos que se escondem por detrás das fachadas históricas. Tendo como guia apenas alguns versos do «Inferno», a obra-prima de Dante, épica e negra, veem-se obrigados a decifrar uma sequência de códigos encerrados em alguns dos artefactos mais célebres da Renascença –esculturas, quadros, edifícios –, de modo a poderem encontrar a solução de um enigma que pode, ou não, ajudá-los a salvar o mundo de uma ameaça terrível… Passado num cenário extraordinário, inspirado por um dos mais funestos clássicos da literatura, Inferno é o romance mais emocionante e provocador que Dan Brown já escreveu, uma corrida contra o tempo de cortar a respiração, que vai prender o leitor desde a primeira página e não o largará até que feche o livro no final.

 O autor:

O escritor norte-americano Dan Brown nasceu em 1965 em New Hampshire, nos Estados Unidos da América, sendo filho de um professor de Matemática e de uma intérprete de música sacra. Brown estudou no liceu local e mais tarde licenciou-se na Universidade de Amherst.

O Código Da Vinci chegou a Portugal em 2004 e ao fim de poucos meses atingiu as onze edições. O sucesso deste livro levou a que fosse anunciada uma adaptação cinematográfica e uma sequela literária. em 1974 para a American Academy of Arts and Letters e tem sido galardoado com inúmeros prémios, entre os quais o Pen/Malamud for Excellence in the Short Story (1998) e o F. Scott Fitzgerald Award for Outstanding Achievement in American Fiction (1997).

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Ópera Flutuante







Título: Ópera Flutuante
Autor: John Barth
Tradução: José Freitas e Silva
Págs: 264
Editora: Porto Editora

«Imaginativo, não convencional, arguto e divertido […]. Barth escreve com verve, clareza e considerável engenho.»

New York Herald Tribune




O Livro

A história do dia em que Todd Andrews, herói e narrador, impenitente solteirão, niilista convicto, advogado, libertino, santo, cínico e suicida potencial, decide não se matar. Ópera Flutuante conta, no decurso de um só dia, toda a sua vida – a perda da virgindade, uma experiência macabra na II Guerra Mundial, a morte do pai e um longo caso sentimental com a mulher do seu melhor amigo. Na tradição picaresca clássica, John Barth usa o humor e a aventura para analisar os assuntos mais sérios. 

E consegue-o, num livro extremamente divertido e inteligente, que o leitor não consegue deixar de ler de uma ponta à outra, acompanhando as deliciosas reflexões «filosóficas» do herói à medida que planeia o seu suicídio.

 O autor:

John Barth nasceu em Cambridge (Maryland, EUA) em 1930. Estudou música e depois literatura, tendo sido professor universitário em várias faculdades. Ópera Flutuante (publicado originalmente em 1956 e finalista do National Book Award nesse ano) foi o seu primeiro romance, numa fase «realista» inicial da sua obra que rapidamente daria lugar a uma fase «pós-modernista», aberta com o famoso romance The Sot-Weed Factor, em 1960. Foi galardoado com o National Book Award pelo seu livro Chimera, uma coleção de novelas. 

A sua obra ensaística tem enorme prestígio na área da teoria da escrita ficcional, e os seus romances são naturalmente marcados por um profundo conhecimento da história da literatura e da tradição romanesca (por exemplo, a descoberta de Jorge Luis Borges marca-o, confessa), por uma técnica apurada de reescrita e citação e por uma tonalidade fortemente paródica. John Barth foi eleito em 1974 para a American Academy of Arts and Letters e tem sido galardoado com inúmeros prémios, entre os quais o Pen/Malamud for Excellence in the Short Story (1998) e o F. Scott Fitzgerald Award for Outstanding Achievement in American Fiction (1997).

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Resultado Passatempo: A Rapariga dos Seus Sonhos



 





Boa tarde a todos, 
O blog Livro e Marcadores e a Editora Planeta agradecem as participações. 







 


Tivemos 256 participações e o(a) vencedor(a) foi:
  


36 - Maria de Fátima Dias Pereira Martinho - Caneças



Parabéns
A equipa do "Livros e Marcadores"

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