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Convite: Patrulha Azul e Clube do Exploradores


























Este fim de semana, a Alfarroba vai promover dois eventos – apresentação do livro “Patrulha Azul” em Faro e uma sessão de autógrafos do “Clube dos Exploradores” em Ribamar.

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Escrita Criativa (Alfarroba)


A Alfarroba e a Câmara Municipal de Lisboa/Biblioteca Municipal de São Lázaro irão levar a cabo, no próximo dia 23 de junho, o I workshop de Escrita Criativa em Lisboa.

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Convite (Alfarroba) "Os exploradores e o fogo posto"


Parte das receitas da venda do 7.º volume da coleção CLUBE DOS EXPLORADORES – “os exploradores e o fogo posto” será doada aos Bombeiros Voluntários da Ericeira e aos Bombeiros Voluntários de Loures.

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Sob o Céu de Paris






Título: Sob o Céu de Paris

Autor: Elisabete Caldeira e Jorge Campião

Págs: 336

Editora: Alfarroba



O Livro

Raquel é uma mulher que nunca tomou o destino da sua vida nas próprias mãos e tem consciência disso. Carlos é um pintor cujo reconhecimento artístico poderia ser maior se alguma vez tivesse sido metódico, mas não o sabe.

Raquel vai organizar a exposição de pintura de Carlos em Paris, no Centro Georges Pompidou. Mas não vai apenas ordenar a exposição de Carlos, vai estruturar a sua obra, o seu talento, ao mesmo tempo que terá de recompor a sua própria vida pessoal.

Pelos cafés, restaurantes e ruas de Paris por onde passa, Raquel ressuscitará um Picasso – cuja crueldade corporiza bem os seus medos –, e uma Dora Maar – a talentosa, enigmática e inspiradora amante do genial artista –, que lhe serve de alter-ego, mas cujo destino não quer imitar.

O autor:

Elisabete Caldeira nasceu em 1973 na cidade de Vila Franca de Xira. Jorge Campião nasceu em 1962 na cidade de Lisboa.

Trabalham ambos na área da saúde. Conheceram-se há quinze anos, mas só há quatro Elisabete propôs que escrevessem juntos uma novela; nessa altura ela tinha já um projeto delineado, mas necessitava ainda de fazer alguma investigação. Jorge aceita.

Criaram então um blogue privado que lhes permitia, à distância, armazenar ideias, imagens e algumas das surpreendentes descobertas da investigação de Elisabete enquanto vão compondo, página a página, esta «viagem» a Paris durante dois anos.

À pergunta «Como é que se escreve uma novela a dois?» várias vezes repetida desde que terminaram Sob o céu de Paris, respondem: «Facilmente. Difícil ser-nos-ia escrevê-la separados».

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Sessões de Autografos - Alfarroba - Feira do livro de Lisboa

12 de Maio de 2012 11h30
"Carlota a pulga idiota" e "Afonso e Roma às avessa"

12 de Maio de 2012 15h00
"Demência" e "Uma Linha de Torres"

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Entrevista com João Paulo Santos

1 - “Um tesouro maior” é a sua terceira publicação. Parece uma aventura aliciante. Que poderá o leitor esperar deste romance?

Penso que pode esperar uma história repleta de mistério. Uma história que vai surpreendendo até ao fim. É um livro que mostra o quanto a aventura alicia o ser humano em geral, mas que também tenta passar uma mensagem… Uma mensagem já tanto badalada mas que a humanidade teima em não escutar.


2 - Encontrei quatros elementos na divulgação do seu romance “Religião”, “Fé”, “Lar” e “Justiça”, como se encaixam estes conceitos na sua vida?

São conceitos que estão entranhados na sociedade. Acho que um lar e um mundo com justiça todas pessoas desejam e eu não fujo à regra. Quanto à religião e a fé as coisas são um pouco diferentes. São conceitos qua já não são importantes para todas as pessoas mas para mim são. A fé vive dentro de mim, a religião é importante, mas confesso que não sou muito dado aos costumes da minha religião.

3 – A poesia e os romances são dois amores conciliáveis ou um tem de se sobrepor ao outro, exigindo atenção exclusiva?

Não direi atenção exclusiva. Porém, escrever um romance requer outro tipo de disponibilidade e de muita paciência. Ao contrário da poesia, é algo muito demorado e que obriga a um seguimento do que escrevemos. Contudo não deixam de ser conciliáveis e nem têm que se sobreporem um ao outro.

4 - Como começou a escrever?

Ganhei o gosto da leitura devido a insónias. Enquanto jovem tinha imensa dificuldade em dormir. Aconselharam-me a ler, alegando-me que me iria cansar e ajudar a adormecer. Conselho sábio! Além de adormecer com mais facilidade ganhei o gosto pela leitura. Depois de muitos livros lidos achei-me capaz de escrever um também. Claro que não escrevi o primeiro romance com o objetivo de editá-lo. Fi-lo por prazer, depois as coisas foram acontecendo.

5 – Qual o escritor e obra que mais admira?

- Admiro mais livros do que propriamente escritores. E porquê? Porque são poucos escritores que conheço muito da sua obra. Vou lendo um livro deste escritor e outro daquele. Mas há um que admiro imenso, até porque já li toda a sua obra… José Rodrigues dos Santos.

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Resultado Passatempo: Um Tesouro Maior




Bom dia a todos,

Como sabem este foi o primeiro passatempo, e estão mais dois em vigor (canto superior esquerdo).

O blog Livro e Marcadores e a Editora Alfarroba agradecem as participações.





após 25 dias "efectivos" de vida do blog tivemos 143 participações e o(a) vencedor(a) foi:

(118) Ana Cláudia Paiva Santos - Figueiró dos Vinhos

Parabéns
A equipa do "Livros e Marcadores"

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Entrevista com Ricardo Tomaz Alves



1 - “A Devota” é um romance que se apresenta de uma forma muito tentadora. Que outros argumentos pode apresentar sobre a obra?
Tem bastantes curiosidades que vão gostar de descobrir, aborda certas questões que por vezes damos como certas, é jovial, dramático, didáctico e uma boa forma de visitar Sintra sem sair de casa.

2 - O Ricardo Tomaz Alves tem cinco novas obras guardadas, pode levantar um pouco o véu?

Não pretendo ser um escritor de estilo único porque acabaria por oferecer sempre mais do mesmo ao leitor, mas antes do género multifacetado, explorando vários estilos e abordar várias técnicas, evitando a repetição e previsibilidade. Escrevi um romance fantástico, uma auto-biografia, um romance, um livro de contos e um ensaio, tendo regressado recentemente ao género romancista. Agora é esperar por vê-las publicadas.

3 - Escreveu um livro aos doze anos! Como viveu a experiência?

A história era baseada num videojogo que joguei na altura, o “Heart of Darkness” para a Playstation (passo a publicidade). O que fiz foi escrever a história do jogo e de alguma forma complementá-la com a minha imaginação. Lembro-me que deu bastante trabalho porque como não tinha computador escrevi à mão cerca de quarenta páginas. A minha professora de Inglês da altura pediu-me o manuscrito para ler e perdeu-o. Fiquei aborrecido e com pouca vontade de escrever tudo de novo, além de não ser algo a que me quisesse entregar na altura, deixando a escrita de lado.

4 - Divide a vida entre a escrita e a música. Existem pontos de encontro entre ambos? Como se conjugam ambas as artes?

Existem. Ambas têm o seu espaço na minha vida e influenciam-se mutuamente. Já escrevi letras para músicas influenciadas em contos e textos que já tinha escrito e o livro que estou a escrever tem uma banda sonora que o leitor terá de imaginar enquanto lê, só para dar um exemplo. Nos meus livros encontra-se várias referências musicais.

5 - Como foi o trajecto para a publicação do livro?

Não foi complicado, mas moroso. Não foi complicado porque enviar um e-mail com um ficheiro em Word ou PDF de um livro que escrevemos para uma editora não é nada de extraordinário, mas moroso porque tive de esperar, por vezes, algum tempo para receber respostas negativas quanto à decisão de publicação da obra ou o facto de estar fora do plano orçamental para aquele ano. Às tantas fartamo-nos de ouvir “nãos” mas não pode ser algo que nos faça desistir, principalmente quando temos confiança no nosso trabalho e no projecto que estamos a tentar concretizar. “A Devota” foi recusada por algumas editoras e tantas outras fizeram propostas que não me interessaram até que recebi o contacto da Alfarroba, que surgiu numa altura em que estava prestes a assinar um contracto pior que aquele que tinha para me oferecer e num ponto de saturação da minha parte, explicando e esclarecendo sincera e honestamente que pretendia deles e o que eles podiam esperar de mim, o que tinha para lhes oferecer como escritor. Não assinei o contracto ideal, tenho de admitir, mas para a minha realidade e a da editora, chegámos a acordo e até agora tem resultado, muito devido ao profissionalismo e competência e, devo sublinhar, criatividade dos responsáveis.

6 - Que livros não dispensa?

“D Quixote de La Mancha” de Miguel de Cervantes; “O Idiota”, de Fiodor Dostoievski” e “O Retrato de Dorian Gray” de Oscar Wilde, para nomear alguns e não todos, que são tantos.

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A Devota














Título:
A Devota
Autor: Ricardo Tomaz Alves
Págs: 180
Editora:Alfarroba




«A sensação de prazer ia aumentando enquanto os lábios e o rosto de Tomás percorriam o seu corpo ...»


O Livro

“A Devota” conta uma história passada nos subúrbios e vila de Sintra, em locais secretos que desafiam a imaginação e que retratam a luta interior de uma jovem que terá de ultrapassar as difíceis fases da infância e adolescência enquanto enfrenta a luta interior de acreditar ou não no que lhe é dito e ensinado, enfrentando vários desafios à sua fé epsique.

O autor:

Nascido a 27 de Junho de 1988, Ricardo Tomaz Alves é um escritor existencialista e humanista e músico na banda Jack & Dante. Além da obra “A Devota” publicada pela Alfarroba é autor de outras cinco ainda por publicar.

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Passatempo

Passatempo: Um Tesouro Maior de João Paulo Santos

A Editora Alfarroba em Parceria com o Blog Livros e Marcadores, oferece um exemplar do livro "Um Tesouro Maior" a um dos participantes neste passatempo.

- Só são aceites participações de Portugal válidas (respostas correctas)
- Apenas uma participação por pessoa
- São aceites participações até dia 25 de Abril de 2012.



Poderão encontrar as respostas aqui .


Passatempo terminado


Participe também nos outros passatempos em vigor (canto superior esquerdo)

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Um Tesouro Maior






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Título: Um Tesouro Maior

Autor: João Paulo Santos

Págs: 320

Editora: Alfarroba


«... é nos romances que a sua paixão de escrever se reflecte»

Sinopse:

Severino Aires, um viúvo saudoso da esposa e apaixonado por tesouros perdidos, ousou esconder um tesouro para ser descoberto após a sua morte. Mas ele jamais imaginou que, devido a essa vontade, a sua morte estivesse tão perto!

Dois ex-reclusos viram naquele tesouro a derradeira oportunidade de uma vida próspera, sem sacrifício, e não hesitam em ceifar a vida ao pobre velho.

Quatro amigos, do nada, vêem-se no encalço do mesmo tesouro. Ao aperceberem-se do que lhes caiu em mãos, iniciam uma busca incansável… mas não estão sós!

Uma corrida contra o tempo que se torna perigosa, mas que nem assim os faz desistir. Mas valerá o tesouro o suficiente para correrem tantos riscos? Será o tesouro assim tão valioso como promete ser?

Um Tesouro Maior é um romance-aventura carregado de adrenalina e repleto de enredos e de surpresas, tornando-se aliciante pelos códigos e cifras que contém. Uma obra que surpreende até ao último instante.

O autor:

João Paulo Santos nasceu a 12 de Dezembro de 1974 em Madaíl, Oliveira de Azeméis.

Formou-se em metalomecânica e informática, mas é na escrita que encontra realização pessoal.

Embora também escreva poesia, é nos romances que a sua paixão de escrever se reflecte. Lançou o seu primeiro livro em Abril de 2010.

Um Tesouro Maior é a sua terceira obra a ser publicada.

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