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Passatempo 3º Aniversário do Blog Livros e Marcadores #1







Várias editoras juntaram-se à comemoração do 3º Aniversário do Blog Livros e Marcadores, e possibilitaram dois Extraordinários Passatempos, com o objectivo de retribuir um pouco do que me deram ao longo destes três anos. 

Agradeço aos Autores, "Editoras", Bloggers e os Nossos Leitores pela presença fiel nesta viagem. Como sempre gostaria de poder oferecer 1 livro a cada um de vocês, mas  com estes dois passatempos repletos de livros vamos deixar muita gente feliz.  Começamos com 8 livros, ...


- Só são aceites participações de Portugal válidas (que respeitem as regras abaixo enumeradas)
- Aceite uma participação por pessoa em cada dia
- São aceites participações até dia 19 de Abril de 2015

 - As editoras e o blog não se responsabilizam por eventuais extravios.

  
 A participação resume-se a:

1 - Fazerem "Gosto" na página do facebook Livros e Marcadores (se ainda não tiverem feito).

2 -Partilhar (partilha tem que ser pública, não só para amigos) a publicação  do nosso facebook deste passatempo no vosso mural do facebook através da nossa página Livros e Marcadores escrevendo nos comentários o nome de 3 amigos vossos do facebook sempre que participem.


3 - Preencher o formuláio (no final do post) apenas uma vez para este passatempo

Link da publicação no facebook aqui

Nota: Cada participante pode concorrer 1 vez por dia (aumentando a possibilidade de ganhar) desde que os 3 amigos mencionados sejam diferentes dos mencionados anteriormente por si

A distribuição dos livros será aleatória pelos vencedores.


Os livros do passatempo são:
(se carregarem em cada um deles terão acesso a mais informação sobre os mesmos no site da respectiva editora). 

http://www.topseller.pt/livros/a-morte-ninguem-escapahttp://www.saidadeemergencia.com/produto/ultimos-ritos/

http://1001mundos.blogs.sapo.pt/tormenta-de-julie-cross-a-serie-tempest-49138

http://www.quintaessencia.com.pt/pt/romance/contemporaneo/o-ultimo-minuto/
http://www.topseller.pt/livros/antes-que-morras

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Close up interviews com Sandra Brown




Sandra Brown, a segunda convidada das "Close up interviews" fala sobre o livro "O último minuto" (que estará à venda já na próxima semana), sobre hábitos de escrita e partilha connosco algumas confidências com um sentido de humor delicioso. 




Paulo Pires (PP): A Sandra deu muitas entrevistas ao longo da sua vida. Vou começar por perguntar: Qual a questão que menos gosta? E porquê?

Sandra Brown (SB): Não gosto de «Onde vai buscar as suas ideias?». Isso é quase impossível de responder. Às vezes posso dizer com certeza que a ideia surgiu a partir de uma notícia, ou que eu queria escrever uma história sobre alguém numa determinada carreira, ou que queria abordar uma questão social atual. Mas na maioria das vezes, não faço tenho ideia de onde veio a ideia. Apenas está lá.

(PP):Que pergunta nunca lhe foi feita e que gostaria que fosse? E qual a resposta.

(SB): Esta é a única pergunta para a qual não tenho resposta!

(PP):Eu sigo-a no facebook, e uma das coisas que salta à vista é a relação forte e especial que tem com a sua família. Começou a escrever quando foi despedida e o seu marido foi quem a motivou a tornar-se uma escritora a “full-time”. Como gere o seu tempo entre os seus dois amores, escrita e família? Nalgum momento tem que escolher?

(SB): Isso é muito perspicaz da sua parte a minha família é extremamente importante para mim. Considero os meus filhos a minha maior realização. São adultos comas suas próprias famílias, e não me lembro de uma época em que não tenha escrito. Eles sempre me apoiaram.O meu marido é o cônjuge mais pacientee solidário do mundo! Ele permitiu-me desinteressadamente seguir uma carreiraa fazer o que adoro fazer...porque me ama. Nunca me obrigaram a escolher entre família e carreira, mas às vezes tenho de fazer malabarismos com os horáriospara acomodar ambos! Agora, com quatro netos, eu e o meu marido esforçamo-nos por organizar encontros familiares.

(PP): Em “O último minuto” escreveu pela primeira vez na primeira pessoa através de entradas em diário. Eu julgo que o ponto de vista através da primeira pessoa é o mais íntimo, a perspectiva que mais expõe a personagem (e o autor). É muito difícil escrever na primeira pessoa?

(SB): Por acaso, gosto mais de escrever e ler na terceira pessoa do que na primeira. Mas, a fim de poder divulgar bastantes informações de fundo sem escreverparágrafos da narrativa, o que poderia ter-se tornado entediante para o leitor, revelei a históriapassada através do diário de Flora. A sua voz era tão pungente que o diário acabou por ser uma forma muito eficaz de descrever outras personagens e revelar a sua história ao leitor.

(PP): O título, “O último minuto” (“Deadline” – na versão original), tal como disse no seu vídeo promocional, transporta a sensação de urgência. Como lida com os seus prazos (“deadlines”)? São para si um problema?

(SB): Estabeleço prazos mais rigorosos para mim do que a minha editora. Voltando à vida em família, planeio férias em volta dos prazos de escrita que imponho a mim própria. Por exemplo, se planeamos algo para julho, quero ser terminada a primeira versão do livro em junho. E trabalho melhor sob pressão. Se precisode terminar, termino.

(PP): A Sandra não só escreve, também motiva as pessoas a escrever! Em conjunto com o seu marido criaram em 2008 o prémio “Scholarship Award” que «fornece um acompanhamento integral “escolar” a estudantes que demonstrem excelência e significativo potencial com escritores de ficção», atribuído anualmente, desde então. Fale-nos um pouco sobre esse projecto. 

(SB): Ter êxito na indústria da escrita / edição é difícil. Muitas vezes, bons escritores têm de manter outros empregos durante anos antes de poderem sustentar-se com a escrita. O meu marido e eu quisemos dar uma ajuda aos alunos que provaram a sua paixão pela escrita. Tivemos seis vencedores até agora, todos excelentes. Estamos muito orgulhosos desse legado.

(PP): Descreva-nos a sua rotina de escrita. 

(SB): Escrevo num escritório fora de casa, portanto, «vou trabalhar» todos os dias da semana. Aos fins de semana, escrevo em casa. Muitas vezes escrevo sete dias por semana, fazendo um intervalo de 2-3 dias de tantas em tantas semanas, para estar com os amigos ou a família. Não sou madrugadora, por isso o meu dia de trabalho vai das 10:00 até às 18:00, aproximadamente. À noite, leio. Essas horas são tão importantes como as horas de escrita. Para se ser um escritor, primeiro é preciso ser-seum leitor voraz.

(PP) Planeia os seus livros antecipadamente, ou deixa fluir? 

(SB): Planear é uma boa palavra. Antes de começar, já sei para onde vou.Não sei exatamente comovou chegar. Já tenho a história básica na cabeça, mas assim queos personagens estão no seu lugar, e em «apuros», deixo a história desenrolar-se. Os personagens tomam as decisões por mim. Ouço o que dizem, vejo o que fazem, escrevo-o. Às vezes, nem eu esperava algumas das melhores reviravoltas na história!

(PP) O que poderíamos ver no seu local de trabalho, tudo coisas normais, ou tem algo distintivo ou inusual? 

(SB): Velas e flores. São «essenciais» paramim. Além do computador,livros de referência, blocos de notas, telefone, parafernália típica de escritório, há sempre flores frescas e uma vela perfumada sobre ou perto da minhasecretária

(PP) Conte-nos algo sobre si que seja desconhecido e surpreendente.

(SB): Os fãs que me lêem há anos surpreendem-se quando me conhecem e ouvem a minha voz. Tenho um sotaque texano muito acentuado. Também já ouvi, «não esperava que a senhora fosse engraçada». Suponho que, como os livros são sérios, as pessoas são muitas vezes surpreendidas pelo meu sentido de humor.

(PP): Tem alguma história engraçada sobre “Tour”! de livros ou eventos de divulgação de livros que possa partilhar connosco?

(SV): No início de minha carreira, eu estava numa sessão de autógrafosnuma loja de um centro comercial. O dono da loja tivera imenso trabalho e pusera-me numa mesa com flores e penaspara escrever, garrafas de água e um prato de bolachas. Durante duas horas, ninguém apareceu. Não autografei um único livro. Foi humilhante. Quando eu estava prestes a ir-me embora, uma mulher aproximou-se da mesa e eu pensei: «Finalmente! Uma
leitora.» Ela perguntou: «Quanto custam as bolachas?» Acabei por lhas dar.






PS: O meu agradecimento público ao cuidado da nossa parceira Quinta Essência, em toda a ajuda que nos deu para que esta excelente entrevista tivesse lugar.


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O Último Minuto de Sandra Brown


«Uma contadora de histórias magistral.» USA Today

Dawson Scott é um jornalista muito respeitado recentemente regressado do Afeganistão. Assombrado por tudo o que viveu, sofre de neurose de guerra, o que é uma ameaça para todos os aspetos da sua vida. Um dia recebe o telefonema de uma fonte dentro do FBI. Houve um novo desenvolvimento numa história que começou há quarenta anos. Poderá ser a GRANDE história da carreira de Dawson, na qual ele tem um interesse pessoal.

Em breve Dawson está a investigar o desaparecimento e alegado homicídio do ex-fuzileiro naval Jeremy Wesson, filho biológico do casal de terroristas que permanece na lista dos Mais Procurados do FBI. Dawson dá então por si a gostar cada vez mais da ex-mulher de Wesson, Amelia, e dos seus dois filhos. Porém, quando a ama de Amelia aparece morta, o caso toma um novo rumo surpreendente, com o próprio Dawson a tornar-se suspeito. Assombrado pelos seus próprios demónios, Dawson inicia a perseguição dos famosos criminosos...e da verdade surpreendente e secreta sobre si próprio.


 
 Sandra Brown é autora de mais de setenta romances, na sua maioria bestsellers do New York Times. É uma das mais importantes escritoras de romances policiais dos Estados Unidos, distinguidas, entre outros, com os prémios Texas Medal of Arts Awards for Literature e o Thriller Master de 2008, a distinção máxima atribuída pela International Thriller Writer’s Association.

Publicou o seu primeiro romance em 1981 e, desde então, já vendeu cerca de oitenta milhões de exemplares em todo o mundo, estado a sua obra traduzida em trinta e três idiomas. Vive com o marido em Arlington, no Texas





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Herdeiros do Ódio de Virginia C. Andrews





«O livro que deu origem ao filme Flowers in the Attic»


No sótão estão escondidos quatro segredos… que lutam pela sobrevivência

Os quatro filhos da família Dollanganger levavam vidas perfeitas - uma bela mãe, um pai amoroso e dedicado, uma linda casa. De repente, o pai morre num acidente de viação e a mãe fica endividada e não possui qualificações para ganhar a vida e sustentar a família. Assim, decide escrever aos pais - os seus pais milionários, dos quais as crianças nunca tinham ouvido falar. A mãe fala-lhes dos avós ricos, de como Chris, Cathy e os gémeos irão levar vidas de príncipes e princesas na luxuosa mansão dos avós. 


As crianças deleitam-se com as perspetivas da nova vida, até descobrirem que existem algumas coisas que a mãe nunca lhes contou. Nunca lhes contou que eram consideradas pelos avós «filhos do demónio» e que nunca deviam ter nascido. Não lhes conta que é obrigada a ocultá-las do avô porque deseja herdar a fortuna dele. Não lhes conta que devem permanecer trancadas numa ala isolada da casa, tendo apenas o sótão escuro e abafado onde brincar. Prometeu-lhes, porém, que seriam apenas alguns dias... Contudo, os dias transformaram-se em meses, os meses em anos. 


Desesperadamente isolados, aterrorizados pela avó, Chris e Cathy tornam- se tudo um para o outro e para os gémeos. Agarram-se ao amor mútuo como última esperança, única força sólida - uma força quase mais poderosa que a morte. Herdeiros do Ódio é um romance de terror, traição e salvação através do amor.

Uma saga familiar de ciúme, tragédia, sobrevivência e vingança
Herdeiros do Ódio conta a provação de quatro crianças, vítimas inocentes de paixões proibidas, que crescem num confinamento sombrio, isoladas do mundo por uma mãe cruel...

Chris e Corrine têm quatro filhos lindos que amam, e são muito felizes até ao dia infeliz em que Chris morre. Corrine, impotente sem o marido, decide ir com os filhos para a mansão Foxworth, a casa dos seus pais ricos. Corrine promete aos filhos uma vida de luxo e conforto, mas quando chega à mansão abandona-os, tranca-os num sótão e cede o poder de decisão à sua mãe. Os seus quatro filhos passas os dias trancados num quarto, sem ar livre, sem sol, encerrados… até quando?


 
V.C. Andrews, Cleo Virginia Andrews, (6/6/1923- 19/12/1986) era pintora profissional até se dedicar à escrita a tempo inteiro. Os seus romances combinam horror gótico e saga familiar, girando em torno de segredos de família e amor proibido (envolvendo frequentemente temas de incesto consensual, na maioria das vezes entre irmãos. O mais conhecido é Herdeiros do Ódio (1979), que celebra agora o seu 35º aniversário. Os livros de V. C. Andrews venderam mais de 105 milhões de exemplares.


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Opinião: Pecado



  

Numa noite quente de verão, a apenas algumas horas do seu casamento, a discreta Lady Jessica Sheffield testemunhou uma cena da qual nunca irá recuperar. Vê o jovem Alistair Caufield numa cena ferozmente íntima com uma mulher muito mais velha. Chocada, mas estranhamente excitada, ela manteve silêncio sobre o que viu, e caminhou até ao altar como esperado. Mas, ao longo de anos de um casamento sereno e normal, a imagem de Caulfield continuou na sua imaginação, alimentando sonhos muito ilícitos...

Alistair fugiu da tentação da debutante recatada com o fogo da paixão nos olhos para as Índias Ocidentais. Enquanto comerciante bem-sucedido, tem pouco em comum com o jovem libertino que ela conhecia. Mas quando, sete anos depois, a recém-viúva Jessica sobe a bordo do seu navio para uma viagem até à Jamaica, os sete anos de prazeres negados são mantidos em xeque apenas por algumas camadas de seda... e pela certeza de que renderem-se irá consumir os dois...

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Existem duas histórias neste livro, a primeira é a de Lady Jessica Sheffield, uma viúva da alta sociedade, que após um ano de luto resolve fazer uma viagem à Jamaica para se afastar da rotina e da comiseração alheia que a sufocam. Mal sabe que essa viagem vai mudar a sua vida!!


Apesar de ter sido feliz no casamento Jess nunca esqueceu o jovem Alistair e um singular episódio da sua juventude... Alistair é o quarto filho de uma importante família, mas que por ser o quarto na sucessão, sempre mostrou uma atitude de aparente irresponsabilidade para com os assuntos da família e bastante mais interessado na beleza do sexo feminino e nos seus atributos.


Como em todas as famílias, nem tudo o que parece é, e assim envolvemo-nos na história e conhecemos as sombras que povoam ambas as famílias e que de alguma forma marcam e condicionam as personalidades destas duas personagens.


A segunda história, recai sobre Hester, irmã de Jess, casada com Lorde Regmon, e vitima de maus tratos por parte deste. Hester mantém uma paixão secreta por Michael Sinclair, um dos solteiros mais cobiçado da sociedade. Esta história reflecte a parte mais dramática do enredo. 

Para mim Ester é a personagem que se destaca, pela generosidade e o amor incondicional à sua irmã, pelo seu sofrimento encoberto, pelo contraste entre a determinação e a submissão em doses iguais que demonstra.


Presumo que esta segunda história vá ter um maior foco e profundidade nos próximos livros.


Ao contrário do que presumi inicialmente, e dos livros - dentro deste género literário - que tenho lido, este é um livro que se baseia só na monogamia, o que lhe dá um especial encanto. Para mim este é o ponto alto do livro, a forma intensa e genuína envolta no prazer e na entrega reciproca com sentimento.


O livro não tem o foco na descoberta sexual, nem na desinibição feminina. Tem sim uma vertente mais "íntima" e terna entre duas personagens experientes que têm como propósito entregarem-se reciprocamente e viver intensamente um amor predestinado.


Quanto às personagens, parece-me que receberam toda a atenção da escritora e isso sente-se na leitura. 

Eu pessoalmente gostaria que a história tivesse mais detalhe no que concerne à época em que se desenvolve a história, mas isto é uma questão de preferência pessoal.  Contudo este facto não fere a história.


É um livro que decerto oferecerá bons serões de leitura neste Verão.

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