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As rosas da morte



Decobrindo novos autores ... livros já publicados mas que ainda não li.

Kerry MacGrath é assistente do promotor público e famosa pela sua astúcia e inflexibilidade, de tal forma que o seu nome foi proposto ao governador do Estado como candidata a um cargo de juíza. De súbito, os seus planos são contrariados. Quando Robin, sua filha querida, sofre um acidente de automóvel e o seu rosto fica ferido, correndo o risco de ficar desfigurada, é tratada por um famoso cirurgião plástico.

No consultório do Dr. Charles Smith, vê, pela primeira vez, uma mulher de rosto belíssimo - um rosto que lhe lembra o passado. Mais tarde, numa outra visita, vê o mesmo rosto mas noutro corpo de mulher.

Então, repentinamente, lembra-se: o rosto que aquelas mulheres partilham é o mesmo que vira nas fotografias de Susanne Reardon, a vítima de um famoso homicídio, dez anos atrás.

Quando Kerry começa a fazer perguntas para esclarecer aquele mistério, torna-se evidente que ninguém quer que o caso seja reaberto - nem o seu chefe, Frank Green, candidato a governador; nem o seu ex-marido, Bob Kinnelen; nem o amigo de longa data e benfeitor, o senador Jonathan Hoover; nem, principalmente, o Dr. Smith. Um deles fará tudo para impedir a reabertura daquele caso.



 

Mary Higgins Clark é autora de dezassete romances e três colectâneas de contos, todos best-sellers nos Estados Unidos. Vive em Saddle River, Nova Jérsia.

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Morte em Oxford



Decobrindo novos autores ... livros já publicados mas que ainda não li.
«Psicologia complexa, bem ao estilo de Rendell… um dom evidente para a caracterização…» Finantial Times 

Série (Kate Ivory #1)


Uma fria madrugada de Fevereiro; um nevoeiro cobre Oxford quando um grupo de corredores inicia o seu percurso habitual. Entre eles, a escritora Kate Ivory, que aproveita aqueles momentos para se afastar do computador e ficar a par dos mexericos locais, ouve Rose queixar-se de que o ex-marido ficou com as suas antigas e valiosas caixas de esmalte. Rose quer mesmo as caixas de volta, e o grupo decide arquitectar um plano para as recuperar.

Como poderiam saber que o seu golpe amador proveria uma oportunidade para um crime muito mais sinistro?

Como poderiam saber que um dos membros do grupo seria violentamente assassinado – e que outro teria teria de ser o assassino?



 

Veronica Stallwood nasceu em Londres mas vive há alguns anos em Oxford, onde trabalhou na biblioteca Boldeian e, mais recentemente, na do Lincoln College. Dá conferências em bibliotecas e faculdades e dirige workshops de escrita criativa.

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BookBraggies #33

Legenda: Legenda: À descoberta de livros já publicados II

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BookBraggies #32

Legenda: À descoberta de livros já publicados I

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Opinião: Um grito de ajuda


 


Quando viu os seus amigos pela última vez? 

Dave Lewis é um homem assombrado pelo seu passado. Entre a morte do irmão, o desgosto dos pais e o afastamento de Tori, a sua ex-namorada, Dave tenta convencer-se de que não tem contas a ajustar com o seu passado. 


Quando um assassino persegue várias mulheres, as rapta e se faz passar por elas, enviando mensagens e e-mails a familiares e amigos das vítimas, Dave Lewis é o principal suspeito depois de Tori aparecer morta. Mas Sam Currie, o agente responsável, parece acreditar na sua inocência. Resta-lhes descobrir o perigoso assassino e o que fariam para salvar os seus entes queridos.





Steve Mosby no seu melhor...
Gostei do puzzle apresentado, da complexidade, da forma como o enredo evoluiu e nos foi apresentado.
Uma história onde a lealdade, o amor e a amizade são colocados à prova. As relações humanas entre as personagens são a espinha dorsal que dá a consistência que um livro destes exige. Sem grandes floreados, a vida como se nos apresenta, um policial autêntico.

Quer se queira quer não "o homem é um ser social", as teias sociais criadas entre o indivíduo e os seus pares são a base da nossa existência, e este é o mote desta história.

Steve Mosby optou por não seguir apenas uma das personagem, mas antes dar-nos uma perspectiva múltipla de toda a história, saltando de personagem em personagem. Esta mecânica é fácil de interiorizar logo nos primeiros capítulos. 

Num registo um pouco distinto do seu outro (grande) livro "O Assassino 50/50", mas na minha modesta opinião este livro superou o outro.

A escrita apresenta-se inteligente e consistente mostra-nos um autor com um potencial invejável de surpreender o leitor.

As personagens apresentam-se credíveis e cativantes. Sobressai um ar sombrio em cada um deles. Gostei do detalhe elaborado na construção da cumplicidade entre os dois detectives, muito bem conseguida. São pequenos detalhes que fazem grandes obras.

O autor jogou com o passado dos seus personagens de uma forma inteligente criando uma expectativa crescente e deixando no ar vários possíveis desfechos para o final. Confesso que não consegui antecipar o final que o autor escolheu, o que me deixou profundamente satisfeito.
Posso garantir é um excelente livro.

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