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A Caldeira do Diabo de Ângelo de Carvalho


Que terrível segredo pode um simples código de barras esconder?
Espionagem, conspiração, suspense, tensão… e um desenlace improvável.
Requisitado de forma pouco ortodoxa, sob o pretexto da defesa da segurança internacional, Alessandro Ferratti, um incógnito analista, é coagido a interpretar o papel de um operacional de elite a fim de resgatar a sua família. Na pouca bagagem para o Irão, onde é suposto encontrar e descodificar uma mensagem de um físico nuclear, leva apenas inteligência criativa, sagacidade, arrogância e revolta.
Numa abordagem a uma temática de grande actualidade política, nos bastidores da espionagem internacional, com um argumento.

Nunca plantou uma árvore, nem fez um filho e este é apenas o terceiro livro que publica, mas nem por isso se sente menos realizado pelo incumprimento do velho adágio que sintetiza o expoente máximo do impulso criativo de um verdadeiro homem.
Nasceu em 1962, em Braga.
Apaixonou-se pela escrita quando frequentava o liceu, passando então a privilegiar as letras em detrimento das telas e dos pincéis, até então a sua predilecção artística.
Vive na Suíça há cerca de 8 anos entre a área do turismo e a paixão pela escrita.
Os Alpes contornam a paisagem com que acorda e adormece, oferecendo-lhe frequentemente o ambiente sereno onde bebe inspiração.
Vive a vida em gotas curtas mas saboreadas...
http://facebook.com/angelofdecarvalho
Na senda da memória...
Título: Na senda da memória...
Autor: Sónia Cravo
Págs: 160
Editora: Esfera do Caos
« Muito provavelmente, uma das revelações do ano no domínio da literatura em língua portuguesa. Literatura, entenda-se, naquele sentido clássico e robusto que nos remete para a arte de bem escrever…»
O Livro
“Sónia Cravo surge agora com uma narrativa surpreendente a todos os títulos: original quer a nível do tema central e dos motivos que lhe dão consistência e complexidade, quer a nível da sua riqueza vocabular, tão inusual que deixa quem lê suspenso entre o arcaísmo e o neologismo, entre o achado escritural e o acaso tipográfico (tão joyceano), fazendo a frase explodir perante os nossos olhos suspensos. E isto acontece quase continuamente, num ritmo que não deixa sossegar o mais prevenido dos leitores. (…) Mateus, o narrador de toda esta estória de que é personagem nuclear, começa por nos surgir como alguém que não vê senão sexo em cada mulher que o rodeia, e disso faz obsessão central do seu dia-a-dia; mas que, por um acaso que a seu tempo o leitor descobrirá, vê-se obrigado, entre dois assassinatos que balizam os acontecimentos, a enveredar por caminhos e a viver situações de todo inusitadas, num terror constante em que «o silêncio multiplica ideias» que o vão dilacerando. (…) Eis um texto que, a todos os níveis, surpreenderá o leitor. E como uma boa estória (um bom romance aberto) é aquela que, no fim, nos confronta com múltiplos possíveis horizontes, assim acontece aqui: «E no silêncio ouço-me, há uma voz que sussurra: espera, espera só mais um pouco.» Espera: paciência e esperança. Que futuro estará reservado a Mateus?” | José Ferraz Diogo | Excerto das Palavras de abertura
O autor:
Sónia Cravo. Nasceu em Espanha, em 1977, de pais portugueses. Era ainda criança quando a família regressou ao nosso país. O seu compromisso literário começa, desde muito cedo, com uma incursão pela poesia. “Assombra-me, desde a juventude, essa necessidade de escrever. A ficção surge como resultado dum processo de aceitação e amadurecimento. Esta obra encerra uma etapa e inaugura um percurso.” Capaz duma narrativa original, orquestrada com beleza e inteligência, diz a autora: “A minha literatura não pretende estar na moda, sim desafiar a actual tendência de mercado.”











































