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Uma escolha imperfeita de Louise Doughty


«Não há uma única mulher que não tenha percebido alguma vez, num momento de pânico, que está no lugar errado, na hora errada, com o homem errado. Louise Doughty, cada vez mais segura na sua escrita, leva o inquieto leitor a um território sombrio. Um livro irresistível e cheio de coragem»
Hilary Mantel


Yvonne Carmichael trabalhou arduamente para conquistar a vida que sempre quis: uma invejável carreira na área da genética, uma casa fantástica, uma boa relação com o marido e dois filhos crescidos de quem se orgulha.

Um dia, ela cruza-se com um desconhecido e, num impulso, começa uma tórrida aventura amorosa – uma decisão que acabaria por colocar em causa tudo o que ela sempre valorizou. Yvonne acredita que conseguirá manter a relação extramatrimonial sem que tal venha a interferir na sua vida, tal como ela é. Só que, na verdade, ninguém consegue controlar o que acontecerá a seguir.


De conceituada e respeitada cientista a adúltera acusada dos mais variados crimes, Yvonne vê todos os seus planos desmoronarem-se numa espiral de desilusões e violência.


 
Louise Doughty é autora de sete romances. Uma escolha imperfeita (cujos direitos estão vendidos para 21 países) é o primeiro título a ser publicado depois de Whatever You Love, que foi finalista do Costa Novel Award e do Orange Prize for Fiction.

Vencedora de vários prémios na área da escrita para rádio e contos. Doughty publicou também um trabalho de não-ficção, A Novel in a Year, baseado numa coluna de opinião escreve para um jornal. É ainda autora de vários artigos de fundo para jornais e revistas como The Guardian, The Independent, The Daily Telegraph, The Mail on Sunday e a sua carreira na rádio inclui trabalhos em emissoras como a BBC. Vive em Londres.

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A Mulher Má de Marc Pastor


«Um enredo frenético e uma escrita extraordinariamente vívida. Altamente recomendado!» - The Independent


Barcelona, 1912. Há crianças a desaparecer. Quando um cadáver é encontrado numa viela estreita, dilacerado e sem um pingo de sangue, surgem rumores bizarros sobre um «vampiro» que se move pelas sombras da cidade e que anda a roubar as almas dos inocentes.

Para a polícia trata-se apenas de mais um cadáver, num lugar onde a morte e o crime são tão frequentes que se tornaram banais. E quanto às crianças desaparecidas, ninguém quer saber dos filhos das prostitutas que povoam Barcelona.


Mas para o inspetor Moisès Corvo — um polícia rude e dissoluto, mas com um sexto sentido peculiar — este é um mistério que tem de ser resolvido, com um criminoso que afinal é uma mulher.


Gótico e chocante, A Mulher Má revela um mundo macabro, uma história verídica que nos faz duvidar de um dia ter realmente existido uma mulher tão pérfida, capaz de crimes tão monstruosos.
Um livro assombroso que agarrará o leitor da primeira à última página.

Tão cativante quanto assustador. Uma mistura de CSI com Jack, o Estripador, na Barcelona do início do século XX.


 
Marc Pastor nasceu em Barcelona, em 1977. Estudou criminologia e política criminal, e trabalha atualmente como investigador criminal na sua cidade natal. Autor de vários romances, o livro A Mulher Má valeu-lhe, em 2008, o prémio Crims de Tinta, atribuído ao melhor policial «negro» escrito em língua catalã.


Baseado na história verídica de Enriqueta Martí, uma mulher misteriosa que aterrorizou a cidade de Barcelona no início do século XX, este livro intrigante proporcionou a Marc Pastor projeção internacional ao ser traduzido e publicado em variadíssimas línguas por todo o mundo. As recentes viagens por diversas cidades de Inglaterra e Estados Unidos granjearam-lhe enormes elogios por parte da crítica.



Booktrailer


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A casa azul de Claudia Clemente



«Há três meses ninguém a conhecia. E de repente Claudia Clemente está na televisão, na rádio, nos jornais. Bastou um livro chamado O Caderno Negro. Conta histórias curtas, um género pouco frequentado em Portugal. Mas nada faríamos com essas histórias se ela não as soubesse contar.»
Alexandra Lucas Coelho, Vogue

A moradia de uma família arruinada, no Porto, que é demolida para dar lugar a um condomínio.

Uma mulher que desistiu de tudo desde que teve de vender a casa azul e despedir-se das suas magníficas árvores.


Um agente da PIDE que segue, nos anos 60, os movimentos dos habitantes da casa azul.


Duas irmãs gémeas que desconhecem a existência uma da outra: uma parisiense, outra portuense.


Um homem num hospital em Paris, gravemente queimado, que todos os dias é visitado por uma jovem. 


Uma história de amor e paixão que nasceu em Paris, no único mês de Maio em que tudo foi possível.


 
Claudia Clemente nasceu no Porto em 1970.

Arquitecta de formação, estudou cinema em Barcelona e Lisboa e divide o seu trabalho actual entre a escrita e a realização cinematográfica, a ficção e os documentários. 


Publicou dois livros de contos, O Caderno Negro (2003) e A Fábrica da Noite (2010), e a peça Londres (2012), vencedora do Grande Prémio de Teatro da S.P.A./Teatro Aberto.


O seu primeiro documentário, & etc., foi premiado nos festivais Doc Lisboa e IMAGO’07.


A Casa Azul é o seu primeiro romance.

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A Mulher Louca de Juan José Millás


«Um romance que engana, um romance de verdade»


À volta deste novo romance convivem três Millás: o Millás autor, o Millás narrador e o Millás personagem, o que torna este livro numa mistura entre reportagem e romance, a que se junta um ingrediente autobiográfico.

O autor transforma-se no protagonista do seu próprio relato, quando ao conhecer duas mulheres que vivem na mesma casa percebe que tem ali material para escrever uma reportagem e um romance.


«Havia apenas um problema: através de que tipo de personagem iria fazer a narração? E dei-me conta de que o único personagem possível era eu», refere Millás em entrevista ao jornal El País. 


A protagonista de A Mulher Louca, Júlia, trabalha numa peixaria e à noite estuda gramática, porque está apaixonada pelo chefe, que na verdade é filólogo.

Nos tempos livres, a jovem ajuda a cuidar de uma doente terminal, Emérita, e encontra-se com Millás, que está a fazer uma reportagem sobre a eutanásia.


Durante as visitas, o escritor sente-se atraído pela ideia de romancear a vida de Júlia, embora para o fazer enfrente o seu bloqueio criativo com a ajuda da psicoterapeuta.


A realidade transtorna os planos do escritor, quando Emérita revela um segredo que guardou zelosamente toda a vida. O que começara como uma crónica para o jornal converte-se então numa espécie de novela, onde se verá apanhado como personagem.


 
Juan José Millás nasceu em Valência em 1946.

É autor de várias obras, vencedor de vários prémios, onde se destacam O Mundo (Prémio Planeta 2007 e Prémio Nacional de Narrativa 2008), Os Objectos Chamam-nos e O que Sei dos Homenzinhos, publicados em Portugal pela Planeta, que o consagraram como um dos
grandes escritores da actualidade. 


Dedica-se ainda ao jornalismo, sendo cronista regular do diário El País, e a sua prosa jornalística, várias vezes premiada, gerou tantos leitores fiéis como as suas obras literárias.


Numa escrita psicanalítica e profunda, mas igualmente vívida na criação de ambientes, Juan José Millás criou uma obra ímpar, traduzida em 23 línguas.

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