A casa azul de Claudia Clemente



«Há três meses ninguém a conhecia. E de repente Claudia Clemente está na televisão, na rádio, nos jornais. Bastou um livro chamado O Caderno Negro. Conta histórias curtas, um género pouco frequentado em Portugal. Mas nada faríamos com essas histórias se ela não as soubesse contar.»
Alexandra Lucas Coelho, Vogue

A moradia de uma família arruinada, no Porto, que é demolida para dar lugar a um condomínio.

Uma mulher que desistiu de tudo desde que teve de vender a casa azul e despedir-se das suas magníficas árvores.


Um agente da PIDE que segue, nos anos 60, os movimentos dos habitantes da casa azul.


Duas irmãs gémeas que desconhecem a existência uma da outra: uma parisiense, outra portuense.


Um homem num hospital em Paris, gravemente queimado, que todos os dias é visitado por uma jovem. 


Uma história de amor e paixão que nasceu em Paris, no único mês de Maio em que tudo foi possível.


 
Claudia Clemente nasceu no Porto em 1970.

Arquitecta de formação, estudou cinema em Barcelona e Lisboa e divide o seu trabalho actual entre a escrita e a realização cinematográfica, a ficção e os documentários. 


Publicou dois livros de contos, O Caderno Negro (2003) e A Fábrica da Noite (2010), e a peça Londres (2012), vencedora do Grande Prémio de Teatro da S.P.A./Teatro Aberto.


O seu primeiro documentário, & etc., foi premiado nos festivais Doc Lisboa e IMAGO’07.


A Casa Azul é o seu primeiro romance.

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